Garoto é apreendido após atirar com espingarda dentro de escola na zona rural de Caxias.

 Por: reais_noticias

CAXIAS-Um garoto foi apreendido suspeito de invadir uma escola municipal no povoado Sítio, na zona rural de Caxias, e efetuar disparos de arma de fogo na tarde dessa terça-feira (29). A idade dele não foi revelada.

Arma apreendida.

Segundo informações dos policiais do 2º BPM, que atenderam a ocorrência, as testemunhas contaram que o rapaz portava uma espingarda tipo bate-bucha e apontou a arma para a cabeça das pessoas perguntando onde estava a diretora.

Como a diretora não se encontrava, o suspeito começou a gritar o nome de um aluno, mas não conseguiu localizá-lo, ainda segundo informações policiais.

Em seguida, o garoto efetuou vários disparos na escola, causando danos e depredação nas instalações, mas nenhuma pessoa foi atingida, de acordo com o 2º BPM.

O garoto ainda desferiu um soco em uma janela e acabou se ferindo. O suspeito conseguiu fugir, e os policiais realizaram diligências para localizá-lo. Ele foi achado recebendo atendimento médico no Hospital Geral de Caxias. O menor foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para as providências cabíveis.

Fonte: Imirante

STJ Decide: Contratar "macumbeira" para matar pessoas não é crime de ameaça

 STJ Decide: Contratar "macumbeira" para matar pessoas não é crime de ameaça.

Imagens ilustrativa 

A 6a turma do STJ trancou ação penal contra uma mulher acusada de contratar trabalhos espirituais com o objetivo de "eliminar pessoas". O colegiado, por unanimidade, concluiu que o crime de ameaça deve ter potencialidade de concretização, o que não ocorreu no caso.

O caso

Consta nos autos que a secretária de Saúde de São Simão/GO teria contratado uma pessoa que supostamente exerce a função de "macumbeira", com o intuito de que esta efetuasse "rituais" visando a morte do promotor da cidade, do presidente da Câmara dos Vereadores, de um repórter investigativo, dentre outras autoridades locais.

A mulher teria pago R$ 5 mil à "macumbeira" para aquisição de diversos objetos utilizados no ritual de cunho religioso, como "cabeças de cera", pequenos caixões e um "boneco vodu".

Diante disso, o juízo de primeiro grau determinou a busca e apreensão na casa da secretária de Saúde para averiguar a suposta prática dos delitos. No STJ, a acusada impetrou HC sustentando pela nulidade do inquérito policial. Segundo a defesa, não há como se iniciar uma investigação contra uma pessoa apenas diante de notícia de que "houve um pedido de trabalho espiritual". Ao analisar o caso, a ministra Laurita Vaz, relatora do caso, destacou que o delito pelo qual a paciente é acusada, crime de ameaça, somente pode ser cometido dolosamente, ou seja, com a intenção de provocar medo na vítima. "Em outras palavras, deve estar caracterizado o intento do agente em infundir temor no destinatário", afirmou.

"Art. 147 - Ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico, de causar-lhe mal injusto e grave: Pena - detenção, de um a seis meses, ou multa. Parágrafo único - Somente se procede mediante representação."

No caso, a ministra verificou que a representação policial e a peça acusatória deixaram de apontar a conduta da paciente direcionada a causar temor nas vítimas. "Não houve nenhuma menção a respeito da intenção da mulher em causar temor, mas tão somente foi narrada a contratação de trabalho espiritual visando a 'eliminar diversas pessoas", asseverou.

Nesse sentido, concedeu o HC para trancar a ação penal e declarar a anulação IP.

Processo: HC 697.581

Aluno de 13 anos mata professora de 71 e deixa cinco feridos em escola de SP.

 

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um adolescente de 13 anos matou a facadas uma professora de 71 na manhã desta segunda-feira (27), na escola estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo. De acordo com o governo do estado, a vítima é a professora de ciências Elizabeth Tenreiro. 

Imagem ilustrativa

O agressor também feriu com golpes de faca dois alunos e outras três professoras. O adolescente, que é aluno do 8º ano do ensino fundamental na escola, foi apreendido. De acordo com a polícia, ele anunciou o ataque em um post em rede social na manhã desta segunda, em que escreveu ter aguardado por esse momento a "vida inteira". Disse, ainda, que esperava matar ao menos uma pessoa.

As professoras feridas são Jane Gasperini, Rita de Cássia Reis e Ana Célia Rosa. As vítimas foram socorridas e levadas para hospitais da região.

A docente, que não percebeu a aproximação do agressor, foi atingida violentamente por diversos golpes nas costas. Alunos entram em desespero e tentam sair da sala. Nesse momento, o agressor passa a tentar golpear os colegas e atinge alguns deles.

Em um vídeo mostra o adolescente atingindo outra professora. Ele desfere vários golpes na mulher, que está em pé e tenta se proteger com os braços.

A docente cai no chão, continua recebendo golpes e é arrastada pelo aluno. Duas mulheres entram na sala, e uma delas consegue imobilizar o adolescente, enquanto a outra retira a faca das mãos dele.

Para o secretário de Segurança, a professora realizou um ato heroico.

"Ela imobilizou o agressor, fez com que a arma branca fosse retirada dele. Se não fosse essa ação, a tragédia teria sido maior", disse Derrite, que lamentou o episódio. "Nosso foco é dar assistências às vítimas e famílias que passaram por isso. Uma linha de investigação vai ser realizada para entendermos quais os motivos que levaram esse aluno a fazer esse atentado", acrescentou.

Feder também falou sobre a professora que ajudou a conter o agressor. "Conseguimos uma heroína hoje, a professora Cíntia. Não tivemos nenhuma criança com ferimentos graves. Toda a escola está muito triste, difícil saber o que aconteceu e as motivações", disse.

Ainda segundo Feder, a escola era atendida por uma ronda escolar, que agiu rapidamente e apreendeu o aluno. O agressor foi transferido para a escola no dia 15 de março.

"Nesse período de permanência, a diretora não recebeu nenhum aviso e nem [teve] ciência de nada que chamasse atenção. A escola foi pega desprevenida. A polícia vem fazendo bom trabalho próxima a escola", disse Feder.

O secretário disse que as aulas estão suspensas nesta terça. O governo vai decretar três dias de luto no estado pela morte da professora Elizabeth Tenreiro. "Vamos conversar com os professores para ver, talvez, alguma reabertura gradual", disse.

O caso foi registrado no 34º DP (Vila Sônia). Por volta das 12h desta segunda, eram ouvidos na delegacia o adolescente apreendido e um estudante ferido, esfaqueado no braço e no ombro.

Um aluno da escola disse à reportagem que testemunhou na semana passada uma briga entre o suspeito e outro estudante, que foram separados pela professora que sofreu os primeiros golpes do adolescente nesta segunda. Ele disse também que saiu correndo quando viu o ataque e acabou torcendo o pé.

Segundo relato desse aluno, o adolescente agressor chegou normalmente para a aula nesta segunda, colocou a máscara com estampa de caveira e partiu para cima da professora.

A mãe desse aluno disse que episódios de violência são comuns na escola. A unidade é menor do que costumam ser as escolas da rede estadual —atende apenas cerca de 280 alunos do 6º ao 9º ano e conta com 15 professores.

Bastante abalado, o aluno falou sobre a professora Elizabeth. Disse que gostava das aulas dela, que ela era uma boa professora, carinhosa, que permitia que eles propusessem projetos e atividades.

Ainda de acordo com a PM, as informações sobre a ocorrência ainda estão sendo apuradas.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), lamentou o episódio em suas redes sociais.

"Não tenho palavras para expressar a minha tristeza com a notícia do ataque a alunos e professores da escola estadual Thomazia Montoro. O adolescente de 13 anos já foi apreendido, e nossos esforços estão concentrados em socorrer os feridos e acolher os familiares", escreveu.

**'VIOLÊNCIA EXPÕE ABANDONO DAS ESCOLAS', DIZ APEOESP**

Em nota, a Apeoesp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) lamentou o ataque e afirmou que há anos cobra medidas do governo do estado para a redução da violência no ambiente escolar.

"Mais um caso lamentável e chocante de violência em escola estadual expõe o descaso e o abandono do Estado em relação às unidades da rede estadual de ensino de São Paulo", diz trecho da nota, assinada pela professora Bebel, presidente da Apeoesp.

"Faltam funcionários nas escolas, o policiamento no entorno das unidades escolares é deficiente e, sobretudo, não existem políticas de prevenção que envolvam a comunidade escolar para a conscientização sobre o problema e a busca de soluções."

Fonte: Internet




O Blog do Gilson Silva, fez uma visita ao ex vereador Moisés do Lago Preto.

O Blog do Gilson Silva, fez uma visita ao ex vereador Moisés do Lago Preto.


➡️ Moisés mostra a sua vida simples de homem do campo e de homem público, sempre polêmico o ex vereador faz duras críticas a atual gestão de Lago da Pedra e aos vereadores "cabeça de labigò!

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